Sempre entendi a política como algo nobre, cativante e que se faz por prazer e dedicação à causa.
Desde sempre me habituei a ver o meu pai entretido com a política, uma das causas que me levou a ela, se calhar já estava nos genes. Mas tenho muito gosto em me dedicar à causa do socialismo democrático.
Como ouvi à uns tempo ao eng. António Campos "vivemos tempos de um individualismo selvagem", o que levou a que alguns subvertessem a política e a transformassem para se usarem dela a seu "belo prazer".
Muitos, hoje em dia, entram para os Partidos e para as Juventudes Políticas, não para os servir, mas para se servirem deles. São pessoas ocas, nalguns casos até nem se identificam ideologicamente com eles, mas lá vão porque lhes convém.
É preciso combater este tipo de atitudes, atitudes estas que não se podem massificar, ou corre-se o risco de já nada fazer sentido, e de tudo não passar de uma palhaçada.
Depois há aquelas situações em que essas pessoas, quando não conseguem levar a sua avante, ou alguém se lhes atravessa no caminho, à falta de argumentos políticos, passam para os insultos pessoais, ao "enxovalho" que só degrada a política.
Sempre me pautei a pautarei sempre por servir a causa, foi a educação que tive, e os alicerces que fui construindo ao longo destes anos. Sei que felizmente há mais pessoas assim, e todos juntos temos que correr com essas ditas pessoas que só se sabem servir.
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