terça-feira, 27 de outubro de 2009
A Mudança
domingo, 30 de agosto de 2009
O ultimo dos irmãos

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domingo, 9 de agosto de 2009
O "Peter Pan" português
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Recta final
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Conheci o ministro Manuel Pinho no início da semana passada. Fiz parte do grupo das primeiras vinte câmaras que assinaram com o Governo o protocolo de arranque da rede eléctrica de apoio aos novos automóveis, amigos do ambiente, que estão a chegar. Fez um discurso brilhante, integrado na apresentação dos primeiros modelos da viatura. Pelo que ouvi, e vi, revelado por construtores e técnicos, aquela segunda-feira foi o primeiro dia de uma nova Idade. A revolução que o Governo desenvolveu no âmbito das energias renováveis vai, a partir de 2011, ano em que vai começar a massificação do carro eléctrico, modificar por completo a mobilidade e a qualidade de vida das cidades. Ainda fiquei mais surpreendido por Portugal ser o país de vanguarda, a nível mundial, nesta área de protecção ambiental e não tenho a mínima dúvida que naquela segunda-feira o Governo e as câmaras ali representadas começaram a escrever a parte mais empolgante da nova história do século XXI: o início da caminhada decisiva para a diminuição do aquecimento global, da desertificação, da poluição e rejuvenescimento do planeta.
A comunicação social deu ao assunto menos importância do que à transferência de um jogador banal e muito menos do que à morte do Michael Jackson. Pouco importa. Naquela segunda-feira, no Pavilhão de Portugal, o Governo de Sócrates assinou a sua entrada para a História. E o motor dessa revolução eléctrica foi Manuel Pinho. Foi com emoção que o cumprimentei e agradeci.
Mal o conhecia e conheço. Apenas por leituras apressadas de historietas sobre o seu comportamento atípico. Cinco dias depois, respondendo a uma falsidade que lhe era imputada por um deputado comunista, lá tornou a ser atípico, e no calor da discussão enviou-lhe um par de cornos. Fez mal. Os cornos não se enviam daquela maneira. Não sei se a Assembleia da República celebrou o contributo de Portugal para este esforço mundial, que vai dos Estados Unidos à China, para a diminuição das emissões do dióxido de carbono. Mas celebrou com forte chiadeira o par de cornos. Está certo. Conclui-se que os nossos deputados sabem muito, e ofendem-se com razão, de cornos e encornanços e pouco lhes interessa a revolução ambiental que vai modificar o País. Um dia, quando a sensatez chegar, quando a nossa frota automóvel estiver pejada de carros eléctricos sem ruído e sem emitir gases tóxicos, saber-se-á que foi um senhor chamado Manuel Pinho, o grande propulsor da nova era. Despedido com justa causa porque enviou um par de cornos a uma criatura qualquer."
segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Morreu o "Rei da Pop"
quinta-feira, 11 de junho de 2009
10 de Junho

sexta-feira, 29 de maio de 2009
"Europa é Vital"*
Vital Moreira representa uma candidatura pela positiva. É um homem sério, respeitado e respeitável, sem ambições pessoais de carreira politica. Tem um percurso e uma vontade: - Servir com os seus conhecimentos e inteligência Portugal na Europa.
É um livre-pensador, um dos “pais” da nossa Constituição. Um homem actual e conhecedor dos problemas do Mundo e da Europa e que saberá representar com toda a dignidade o nosso país no Parlamento Europeu. É um cidadão independente que aceitou encabeçar o projecto europeu do PS, por ser este o Partido da integração europeia e do seu aperfeiçoamento. O PS assume-se assim, mais uma vez, como um partido aberto à sociedade e ao Mundo.
Foi com Mário Soares, que em 1985 assinámos o Tratado de Adesão, à então, CEE. Foi com António Guterres que entrámos no Euro e que foi definida e aprovada a “Estratégia de Lisboa” e é com José Sócrates que temos o “Tratado de Lisboa”. Em suma, o Partido Socialista é o Partido que oferece mais Europa e mais Portugal na Europa. Uma ligação que tem proporcionado múltiplas oportunidades de Desenvolvimento. Basta comparar o Portugal de hoje, com o Portugal anterior a 1985, para vermos o enorme salto que demos enquanto país.
Vital Moreira visitou duas instituições que são a marca de um país Europeu. As valências da Santa Casa da Misericórdia, em Galizes – um projecto social que serve para apoiar muitas pessoas carenciadas do concelho e da nossa região. E visitou, também, aquele que é um projecto e uma marca de Desenvolvimento em Oliveira do Hospital que é a ESTGOH. Uma Instituição inserida nesta zona da Beira Serra e que como informou o Sr. Director da Escola “tem alunos do Minho ao Algarve”. Está aqui uma aposta-chave para o nosso concelho, em inter-ligação com outros projectos.
Foi uma visita com frutos, e com o calor humano da participação a acompanhá-la, que culminou num debate com casa cheia. Debateu-se com elevação e respeito, apontaram-se soluções para o futuro de Portugal e dos portugueses, integrados no maior espaço de desenvolvimento e paz social do mundo – A União Europeia.
Ao contrário de outros que andam ocupados com as guerrilhas “à volta do seu próprio umbigo” discutindo-se “a si mesmos” e as suas questiúnculas, o Partido Socialista teve uma sala cheia, onde se discutiram ideias e projectos para o concelho, para o país e para a Europa. Como escreveu Vital Moreira no seu espaço na Internet (que inaugurou em Oliveira) “sala cheia em Oliveira do Hospital com pessoas de pé para ouvirem um debate em que eu participo juntamente com António Campos”.
Como dizia, discutiram-se ideias e projectos. Defendeu-se uma Europa Social, onde haja coesão territorial que permita o desenvolvimento das regiões mais desfavorecidas, através da sua discriminação positiva – dar mais a quem mais necessita de ajuda! Tem sido assim a solidariedade da União Europeia com Portugal. Tem que ser assim com o Interior.
Há fundos e apoios. Há presidentes de câmaras que vão a Bruxelas procurá-los. Infelizmente não é o caso do Presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, que nem a Lisboa parece ter vontade de ir, situação que lesa o nosso concelho, que definha de dia para dia, o que obriga a uma urgente mudança de rumo.
Não há nenhuma política europeia que não seja importante para Portugal. É por isso imperioso dia 7 de Junho ir votar.
Temos a noção que o Partido Socialista é o Partido melhor preparado e com provas dadas para defender Portugal na Europa e, que conhece e entende o projecto em constante desenvolvimento que é a União Europeia.
Como se mais não bastasse, a crise só se combate, só se protegem empregos, só se promovem mais investimentos, se toda a União Europeia, em sintonia e com medidas comuns, pensar e agir em conjunto.Portanto de nada serve a “vozearia”, o “bota-a baixo” e o pessimismo desgraçado. Em tempos de dificuldades queremos soluções e determinação para as por em prática.
domingo, 3 de maio de 2009
Incompreensível
sábado, 25 de abril de 2009
Viva a LIBERDADE!
Adriano Correia de Oliveira

Já passaram 35 anos sobre o 25 de Abril de 1974. 35 anos de liberdade, de poder respirar sem medo, e sem mordaças.
Já nasci em liberdade. Estou grato por isso, e vivo todos os dias lutando para a merecer.
Portugal é um Estado de direito. Portugal está hoje bastante melhor. Houve evolução, houve progresso.
Não podemos perder a esperança no amanhã. Não nos podemos deixar abater pela actual crise. Não nos podemos deixar "engolir" pela desgraça e pelo pessimismo.
Quero aqui hoje prestar a minha homenagem a algumas pessoas que me marcaram, e que de uma maneira ou de outra, resistiram e lutaram, quer para derrubar a ditadura, quer para preservar a democracia e liberdade conquistadas.
Aos saudosos Prof. César Oliveira, Dr. Sousa Fernandes, ao Fausto Correia, ao Sr. António, ao eng. Maia Veiga, a minha homenagem.
Viva a liberdade, viva o 25 de Abril
Que o amanhã seja sempre melhor que o ontem
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Desabafo
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O tempo passa
terça-feira, 17 de março de 2009
Ainda bem!!
A Igreja e os preservativos
quarta-feira, 11 de março de 2009
Já foi há um ano!
Monumento às vítimas do 11-M frente à estação de Atocha
Passam hoje também cinco anos desde o atentado de 11 de Março, em Espanha, perpretado pela Al-Qaeda. Cobardemente alimentam o terrorismo em nome de um fanatismo islâmico, que como todas as formas de fanatismo são abomináveis. Às vítimas e ao nosso povo vizinho a minha solidariedade.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
O concelho precisa de um parque desportivo moderno*
Ao observar este estudo deparei-me a reflectir no complexo desportivo de Oliveira do Hospital. É um complexo que penso estar já algo obsoleto, apesar da mini remodelação realizada pela autarquia, que finalmente retirou a cobertura em amianto e, segundo li no boletim municipal, melhorou as condições acústicas.
Temos no nosso concelho um forte associativismo desportivo que é de louvar e elogiar e que tem uma importante componente de formação nos nossos jovens.
Penso, por isso, estar na altura de se pensar num parque desportivo que sirva todo o concelho e por isso aqui deixo este desafio em jeito de proposta.
Bem sei que os tempos não são de “vacas gordas” e não defendo nenhuma obra faraónica que hipoteque o futuro do concelho, mas pode se bem projectar um parque desportivo que seja feito por módulos o que seria bem menos oneroso.
Teria que haver capacidade de diálogo da parte da autarquia junto do governo para conseguir apoios estatais para o projecto. Sei que o actual Presidente da Câmara disse recentemente que “gosta de ir a Lisboa, mas ir fazer despesa e vir de mãos a abanar não”, mas como espero que este esteja de saída, tenho a certeza que o próximo Presidente terá uma maior capacidade de diálogo e que não deixará de ir bater às portas do Poder Central e de outras instâncias para conseguir e negociar apoios para Oliveira do Hospital.
Temos várias modalidades pelo concelho, futebol, hóquei, basquetebol, natação, atletismo…e temos que criar condições para os nossos jovens serem bem sucedidos nas suas modalidades e podermos receber com dignidade os adversários. Ouvi por exemplo num jogo de futsal que fui ver há uns tempos que não há, por exemplo, um sítio onde se possa fazer o aquecimento em condições. Tal não é admissível nos dias de hoje.
Tem pois que haver uma política estruturante por parte da Câmara Municipal para com a prática desportiva no concelho. Apoiar as associações, mas não proceder-se à atribuição de subsídios selectivos, como tem sido feito. Não podem, nem devem haver descriminações.
Os nossos jovens desportistas merecem ser apoiados e incentivados, merecem ter as condições essenciais para poderem praticar a sua modalidade. O desporto é fundamental para a saúde e faz parte da formação de uma pessoa e especialmente dos jovens de hoje.
É por isso que vim defender um parque desportivo moderno, eficaz e que sirva todo o concelho.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Bush em retrospectiva*
Com o lema “yes we can” (sim nós podemos) Barack Obama tomou posse, no passado dia 20, como Presidente dos EUA.
Obama entra com um ciclo económico desfavorável e herda de George W. Bush um país com um défice orçamental de alguns biliões, um país com um fosso crescente entre pobres e ricos, um país onde “estalou” a grave crise financeira e do sub prime que alastrou ao mundo, um país desacreditado e bastante dividido quanto à questão do Iraque.
Ao contrário, oito anos antes, Bush entrou com um ciclo económico favorável e herdou de Bill Clinton um país com um super havit orçamental de alguns biliões, um país com boas e justas políticas sociais e um país respeitado e respeitável. Em oito anos como pôde tudo mudar?
Em regime simplificado, este poderia ser o ponto de partida.
W. é um filme de Oliver Stone, um prestigiado e controverso realizador de Hollywood que já produziu, antes, dois filmes sobre Presidentes dos Estados Unidos – JFK (um excelente filme e dos meus favoritos) e Nixon.
W. estreou em Outubro passado e retrata a vida de George W. Bush, interpretado por Josh Brolin. Não se trata de um filme de ataque serrado a Bush, mas onde ficamos a conhecer o seu lado menos conhecido. Como disse Stone, ficamos a saber “como é que Bush, um alcoólico irresponsável, se transformou no homem mais poderoso do mundo, mas também falar dos demónios da sua vida privada, dos confrontos com o pai e da sua conversão ao cristianismo, o que explica muita coisa sobre de onde ele vem”.
Começamos por ver um Bush jovem que entra para a universidade, mas que não a acaba, e com graves problemas de alcoolismo. Percebe-se desde logo que tem várias desavenças com o pai, ficando-se a saber que o preferido de “Bush pai” para vincar na política era o filho Jeb e que nunca pensou que o filho George W. chegasse a Presidente ou que fosse alguém na vida. Fica-se também a perceber a conversão de Bush e um certo fanatismo religioso (ele sente-se de uma certa maneira “iluminado” e pré-destinado a fazer o que tem que fazer) assim como se percebe o seu desejo de derrubar Sadam Hussein a qualquer pretexto, mal chegou à presidência.
Incontornável é a influência, ilustrada pelo filme, que o vice-presidente Dick Cheney (interpretado por Richard Dreyfuss) tem sobre Bush, assim como a influência do petróleo na decisão da invasão do Iraque, bem patente na cena em que numa reunião no gabinete de crise, Cheney mostra um mapa com os vário poços de petróleo existentes no Médio Oriente, e que controlando o Iraque, os EUA controlariam o petróleo mundial.
Como não podia deixar de ser vêem-se também as já celebres gaffes de Bush, como numa cena em que numa conferência de imprensa um jornalista lhe faz uma pergunta e Bush embaraçado diz-lhe que teria sido mais fácil se ele antes tivesse enviado a pergunta por escrito.W. não é um filme que agarra o espectador ao ecrã, mas que é interessante de ver e que ajuda a interpretar aquilo que o mundo é em 2009.


